Bolsonaro dice que espera un rápido cambio de gobierno en Venezuela

Foto: SERGIO LIMA/AFP/Getty Images

Jair Bolsonaro espera que gobierno de Venezuela cambie rápidamente

El presidente brasileño Jair Bolsonaro afirmó este lunes que espera que el gobierno de Venezuela cambie rápidamente, manifestando así su apoyo a la salida del mandatario Nicolás Maduro tras una reelección no reconocida por gran parte de la comunidad internacional.

“Venezuela está con problemas (…), esperamos que rápidamente cambie el gobierno”, indicó Bolsonaro a los medios de prensa a su llegada a Davos, Suiza, donde participará del Foro Económico mundial.

Brasil y otros países de América Latina, así como buena parte de la comunidad internacional, no reconocen al gobierno de Nicolás Maduro desde que asumió un segundo mandato de seis años el 10 de enero.

Estos países consideran que el proceso electoral que permitió la reelección de Nicolás Maduro no ofreció garantías para la participación de la oposición.

La Asamblea Nacional de Venezuela, opositora al gobierno de Maduro, aprobó la semana pasada un acuerdo en el que declaró que el Gobierno estaba “usurpando” el cargo al considerar que las elecciones del 20 de enero violentaron la constitución y las leyes.

Además, instó a un grupo de países a congelar los activos del gobierno venezolano y anuncio que promovería una ley para otorgarle amnistía a los militares y funcionarios que ayuden a reestablecer la constitución.

Jair Bolsonaro, quien juró como presidente de Brasil el pasado 1 de enero de 2019, acude a Davos, Suiza, junto a sus ministros de Economía, Justicia y Relaciones Exteriores para participar de la cumbre del Foro Económico Mundial, cuyo lema de este año es “Globalización 4.0: Formando una arquitectura global en la era de la Cuarta Revolución Industrial”.

Perú 21


EM DAVOS, BOLSONARO SILENCIA SOBRE BOLSOGATE, MAS VOLTA A ATACAR A VENEZUELA

Em entrevista coletiva ao desembarcar em Davos, na Suíça, nesta segunda-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro não comentou os desdobramentos do caso Bolsogate e as informações recentes que envolvem depósitos suspeitos de seu filho e senador eleito, Flávio Bolsonaro. Mas voltou a falar sobre o que acha que deve acontecer na Venezuela.

Enquanto o caso Bolsogate continua sem explicações convincentes, o presidente disse que espera que mude “rapidamente” o governo da Venezuela, comandado por Nicolás Maduro.

“Estou sabendo que a Venezuela está com problemas não é de hoje. E nós esperamos que rapidamente mude o governo da Venezuela”, disse Bolsonaro aos jornalistas, segundo matéria publicada pelo G1.

Além de se esquivar de dar explicações sobre o esquema que envolve o clã Bolsonaro, as declarações do presidente contrastam com a decisão tomada pelo Tribunal Supremo de Justiça venezuelano, que nesta segunda declarou “nulos” todos os atos aprovados pela Assembleia Nacional.

Controlado pela oposição a Maduro, a Assembleia é liderada por Juan Guaidó, que tenta dar um golpe em Maduro. A Corte venezuelana anulou todos os atos da assembleia, incluindo a posse de Guaidó como presidente do parlamento.

Na semana passada, a Assembleia Nacional declarou Maduro “usurpador” do cargo de presidente.

Bolsonaro está na Suíça para participar do Fórum Nacional Econômico de Davos, que acontece de 22 a 25 de janeiro, com 250 autoridades do chamado G20, grupo que reúne as 20 principais economia do mundo.

Brasil 247


Bolsonaro quer mostrar em Davos que Brasil é seguro para investimentos

O presidente Jair Bolsonaro disse em sua chegada a Davos, na Suíça, que o Brasil quer mostrar ao mundo que está tomando medidas para restabelecer a confiança no país e que pode ser um destino seguro para investimentos, “em especial, o agronegócio”.

“Queremos mostrar, via nossos ministros, em especial, que o Brasil está tomando medidas para que o mundo restabeleça confiança em nós, que os negócios voltem a florescer entre o Brasil e o mundo, sem o viés ideológico”, afirmou o presidente que vai participar do Fórum Econômico Mundial.

“Nós podemos ser um país seguro para investimentos e, em especial, o agronegócio” acrescentou. “É a nossa commodity mais cara. Queremos ampliar esse tipo de comércio”, ao comentar os pontos que deverá abordar em seu discurso no fórum de Davos na terça-feira, marcado para as 12h30 (horário de Brasília).

Sobre os planos para privatizações do governo, Bolsonaro foi mais reticente. “Não vamos anunciar particularidades em nada no tocante a isso. A agenda está com nosso chefe da Economia, Paulo Guedes. Está bastante detalhado um processo neste sentido.” O presidente afirmou que Guedes vai anunciar que o país fará “boas privatizações”.

Ainda sobre o conteúdo do que pretende apresentar aos 3 mil participantes do Fórum na terça-feira, primeiro dia do encontro, Bolsonaro disse que será “um discurso muito curto, objetivo e claro”. “Foi feito e corrigido por vários ministros para que o recado seja o mais amplo possível, de um novo Brasil que se apresenta com nossa chegada ao poder.”

O presidente comentou também a situação na Venezuela. “Esperamos que rapidamente mude o governo da Venezuela”, afirmou.

Valor

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